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Operação contra desvio de verba pública da saúde prende cinco pessoas em Limeira


Segundo a denúncia, clínicas de reabilitação de Minas Gerais e São Paulo desviavam verba que deveria subsidiar tratamentos. Mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos nesta sexta. Carro do 10º BAEP de Limeira
Gabriela Ferraz/EPTV
Uma operação do Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) e da Polícia Militar prendeu cinco pessoas na manhã desta sexta-feira (23) em Limeira (SP). Dentre os alvo da ação, que ocorre em quatro cidades mineiras e paulistas, está uma clínica de reabilitação de Limeira que participaria de um esquema de desvio de verba na área da saúde.
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Segundo a denúncia, clínicas de reabilitação do estado de Minas Gerais e São Paulo estavam recebendo verba para subsidiar os tratamentos, mas o dinheiro estava sendo desviado.
Foram cinco mandados de prisão preventiva cumpridos em Limeira por crimes financeiros como corrupção, peculato e lavagem de dinheiro. Os presos foram levados até a sede do 10º Batalhão de Operações Especiais (Baep) da Polícia Militar da cidade.
Além das prisões, os promotores e policiais também cumpriram 12 mandados de busca e apreensão em Minas Gerais e no Estado de São Paulo, nas cidades de Alfenas (MG), Fama (MG), Limeira (SP) e Ubatuba (SP), no litoral norte.
A promotoria identificou uma movimentação de, pelo menos, R$ 17 milhões nos estados de Minas Gerais e São Paulo.
Além dos mandados de prisão e de busca e apreensão, a Justiça também autorizou a apreensão de R$ 15 milhões em bens, como imóveis, carros, motos, lanchas e outras embarcações utilizadas pelo grupo criminoso.
A quebra dos sigilos bancário e fiscal de todos os alvos da operação também foi determinada.
Operação resgate
A Operação Resgate foi realizada com o apoio do Ministério Público de Alfenas, no sul de Minas, e das Polícias Civil e Militar dos dois estados.
O MP mineiro investiga os crimes de peculato, corrupção passiva e ativa, organização criminosa e lavagem de dinheiro relacionados ao desvio de verbas da saúde pública. Pelo menos 15 pessoas estão na mira dos promotores, além de empresas e organizações da sociedade civil.
De acordo com o órgão, a suspeita é que o esquema criminoso funcione com a utilização de pessoas como “laranjas” e também com o uso de empresas para fazer o desvio de recursos e ocultar os verdadeiros beneficiários dos crimes.
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