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Criciúma tem histórico de ‘cassa mandato’

Além do deputado federal Ricardo Guidi, que corre o risco de perder o mandato por ter trocado de partido, outro político de Criciúma, no Sul de SC, que corre o mesmo risco, é o primeiro suplente de deputado estadual Acélio Casagrande. Ambos foram para o PL.

Ricardo Guidi e Acélio Casagrande correm o risco de perda das suas vagas conquistadas na eleição de 2022 – Foto: Mariéli Salvador/Divulgação/ND

Histórico de “cassa mandato”

O PSD tem até 30 dias após Ricardo Guidi retornar à sua cadeira na Câmara dos Deputados para pedir a vaga. O parlamentar está licenciado para assumir a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde, cargo que ele deve deixar nos próximos dias para desincompatibilizar-se e ficar apto à disputar a eleição municipal pelo seu novo partido. O partido pelo qual Guidi se elegeu, entretanto, ainda não se manifestou a respeito.

Já o primeiro suplente de deputado estadual Acélio Casagrande, que concorreu na eleição pelo PSDB, mas migrou para o PL o seu antigo partido pode protocolar o pedido da vaga a qualquer momento.

Em Criciúma, existe um histórico de políticos que perderam os seus mandatos. Em 2005, o então prefeito reeleito Décio Góes (PT) foi cassado por uso da máquina pública. O MDB, que moveu a ação e havia ficado em segundo lugar, assumiu a prefeitura com Anderlei Antonelli.

Já em 2013, o prefeito reeleito Clésio Salvaro foi condenado pela Justiça Eleitoral e perdeu o seu mandato.

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